Quarta-feira, 20 de Janeiro de 2010
Apresentação do plano de investigação



Quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009
Desenho Metodológico



Sexta-feira, 27 de Novembro de 2009
Tarefa da Professora Margarida Almeida na aula de Seminário

A professora Margarida Almeida sugeriu a seguinte tarefa:

inquirir um colega do mestrado sobre algumas questões sobre o impacto social dos nossos estudos.

A minha cobaia foi o Tiago Reis, que respondeu às seguintes questões:

Enquadras a tua investigação no actual paradigma da Web social?
Totalmente, na medida em que a investigação centra-se na forma como um determinado conjunto de indivíduos, neste caso os jornalistas, integram as ferramentas da Web social nas suas rotinas e práticas profissionais.

De que forma a tua investigação poderá contribuir para alterações de atitudes e comportamentos?
Mais do que provocar ou incentivar mudanças de comportamentos, o objectivo da minha investigação centra-se em descrever e compreender esses comportamentos.

A tua investigação centra-se numa lógica de valorização do indivíduo ou de uma organização?
A minha investigação envolve as duas investigações ainda que dê mais relevo ao individuo, ou seja, pretendo compreender como se comportam os jornalistas dentro da Web 2.0, mas integrados numa lógica de redacção, que poderá ou não influencias esses comportamentos e actitudes.

A tua investigação explora uma lógica entusiasta ou uma lógica crítica?
É uma lógica neutra, na medida em que pretendo pesar os prós (oportunidades) e os contras (desafios) que poderão estar associados à utilização dos mídia sociais pelos jornalistas. Pretendo sobretudo explorar e compreender uma realidade existente, sendo que desse esclarecimento poderão resultar ou não mudanças nos comportamentos existentes.

De que forma a tua investigação actua na interdependência tecnologia-socidade?

Mais uma vez, eu diria que totalmente (NEM PODERIA DEIXAR DE O SER)! Toda a investigação parte da reflexão dos novos  paradigmas propostos pelos media sociais, paradigmas esses que assumem uma dupla dimensão social e tecnológica.  Na prática, isso torna-se relevante face ao objectivo de compreender como é que os media sociais, enquanto ferramentas/tecnologias , estão a impactar nos comportamentos de um determinado grupo sócio-profissional.  Mais interdependencia não poderia haver!

 




Sexta-feira, 6 de Novembro de 2009
Índice provisório

 

Aqui vai o índice provisório da minha dissertação.

Aceitam-se sugestões para melhorias.

 

 




Quinta-feira, 29 de Outubro de 2009
Carne p'ra Canhão - 2.5d virtual scenography first drafts and more...

Tal como ficou prometido há muitos posts atrás...

 

 

Enquanto não escrevo o índice, vou juntando algum material antigo. Na primeira parte do vídeo aparecem os primeiros testes de cenografia do Carne p'ra Canhão. A minha ideia era fazer uma espécie de tutorial/making of, para cada webisódio. A ver se há tempo para isso tudo...


Terça-feira, 27 de Outubro de 2009
Metodologia, autores, participantes e recolha de dados

Metodologia de investigação a adoptar para o meu projeto?
Estudo de caso: um estudo aprofundado sobre todo o processo de experimentação e criação da cenografia do CpC.


Teorias, modelos e autores que considero relevantes para a minha investigação?
No inicio deste semestre e até à semana passada, dei por mim a procurar no Scholar Google estudos e teorias sobre cenografia virtual. Cheguei à brilhante conclusão que não era nada disso que eu tinha de fazer. O processo já esta concluído, porquê arranjar justificação em teorias que nada me dizem? Tenho sim que falar sobre os autores que realmente me influenciaram durante o processo de criação do CpC no ano lectivo anterior. Alguns deles já foram mencionados em posts anteriores:
Dave Hill – Fotografo
O modelo de cenografia virtual do CpC inspirou-se na forma como ele juntas várias fotografias, várias peças, para construir uma envolvência nova.  As suas fotos são estáticas, 2d. No CpC existe a componente da 4 dimensão, o tempo.


Dave Mckean – Designer / BD artist / Realizador
O meu autor BD preferido, desenhou “Mr Punch”, “Black Orchid”, “Arkham Asylum” , “Signal to Noise”, etc... Realizou o filme “Mirror Mask”, que tem uma boa parte em cenografia virtual, com mistura de técnicas: 3d, fotos, pinturas etc...Grande influência no meu trabalho.


Kerry Conrad – Realizador
Este Sr. realizou o filme “Sky Captain and the World of Tomorow”, 100% cenografia virtual. Antes da grande metragem deste filme, ele realizou e executou na integra o primeiro capitulo da história com pouquíssimos recursos, em ultra low bugdet. Esta curta está do carago! O tipo, com um computador roscof, demorou 10 anos mas fez uma pequena maravilha com actores reais e cenários 3d.


Michel Gondry
– Realizador
Realizou “Eternal Sunshine of a Spotless Mind” ou “La Science des Rêves “. Lembro-me por exemplo de um videoclip que ele realizou para a Bjork - “Human Behavior”, onde começaram a aparecer os primeiros exemplos de 2.5d na cenografia, faz-me lembrar aqueles livros infantis que líamos quando éramos miúdos, abria-mos as páginas e os desenhos “saltavam fora”. Os cenários do CpC são precisamente isso, mas em espaço virtual.


Stu Maschwitz – Realizador, Visual effects Guru
Escreveu o livro “The DV Rebel's Guide”, que devorei o ano passado. Uma bíblia de como fazer filmes de acção com efeitos visuais com o mínimo recurso. Criou o “Magic Bullet” e “Colorista” para o After Effects, e realizou alguns vídeos comerciais bem catitas.
Foi o visual effects supervisor do filme “The Spirit” também todo em cenografia virtual.


Andrew Kramer – After Effects Guru
Realizou os créditos iniciais da série “The Fringe”.
Provavelmente é a pessoa que mais ensinou after effects ao resto do mundo, com o seu site de tutoriais online www.videocopilot.net. Nestes tutoriais ele aborda várias vezes a técnica do 2.5d, transformando fotos 2d em composições 3d, onde fui buscar alguma inspiração e know-how para os cenários do CpC.


Robert Rodrigues - Realizador, produtor, argumentista, editor, director de fotografia...bem o que é que ele não faz é mais fácil dizer. Agrada-me este desdobramento de tarefas, foi um pouco o que aconteceu com os 4 elementos do Cpc, realizadores, produtores, actores, argumentistas, efeitos visuais, cenoografia, fotografia, etc etc etc...
Ok, há quem diga que o CpC é um “Sin City” à portuguesa, mas a grande inspiração é como ele usa poucos recursos em bom proveito. No Sin City ele colocou à porrada dois personagens que foram filmados em separado, em dias diferentes, porque não era possível contratar os actores no mesmo dia. No CpC foi prática corrente filmar os personagens em separado e juntá-los em pós produção. Isso permitia uma maior flexibilidade na integração  dos personagens com os cenários.

Quem são os participantes do meu estudo?
Gostava de contactar os autores referidos anteriormente, é muito difícil conseguir feedback de todos, mas acredito que de pelo menos 1 ou 2 vou conseguir uma breve entrevista. Estas entrevistas seriam no sentido de conhecer melhor os métodos e processos de trabalho destes autores e tentar traçar paralelismos com o CpC. E porque não saber qual a opinião deles sobre o CpC e obter também algum tipo de validação?


Outros participantes, estes com mais certezas, serão pessoas com o perfil de público alvo do CpC. Público universitário, principalmente da UA, onde foi criada a série. Preferencialmente pessoas que nunca tivessem assistido ao CpC, escolhidas aleatoriamente nos departamentos da UA.


Que dados necessito para o meu estudo e como os vou recolher?
Preciso da opinião desse público alvo sobre a cenografia e estética visual do CpC, por visualização de vários exemplos e por via de questionário. As perguntas ainda não estão formuladas. Ainda não decidi se irei colocar em confronto algumas cenas filmadas ao vivo c cenas filmadas em chromakey, confrontar 2d com 2.5d ou 2.5d com 3d...Ou simplesmente não confrontar nada e perceber a opinião das pessoas: o que gostaram e o que não gostaram. Os cenários não são realistas, nem o pretendem ser, mas interessa-me saber até que ponto o realismo é importante, ou se a fantasia, a realidade “alterada” é bem recebida pela amostra do público-alvo.




Sexta-feira, 23 de Outubro de 2009
zzz zzz

Eu agora ia fazer as outras tarefas mas....estou cheio de sono e preciso dormir.
E ainda não encontrei estudos que ache interessantes sobre esta matéria.
Aqui vão uns links de alguma rapaziada que anda a brincar com o 2.5d.

2.5D check
http://vimeo.com/5093772

Chiroptnight
http://vimeo.com/2761354

2.5D theatre animation
http://vimeo.com/6518423

2.5d with 3d projection
http://vimeo.com/2193930

2.5d Street Composite Test
http://vimeo.com/5419820

 

 

 




Pontos em comum com outros projectos

Após a visualização dos blogs dos meus colegas, encontrei alguns elos de ligação com a minha investigação, embora um pouco ténues:


Pedro Coelho, visitas virtuais a museus

Ocorreu-me que com a técnica 2.5d  podia tentar recriar uma sala de um museu por exemplo. O flash permite interactividade em 2.5d…podia ser interessante.

Rui Barbosa, Guia Virtual Mobile
Virtual e Mobile, 2 conceitos inerentes ao meu projecto.


 




Quinta-feira, 8 de Outubro de 2009
Seminário: exercício #1

O que já se fez de importante na minha área de investigação?

Existem 4 séries de ficção para web e mobile que usam como recurso a cenografia virtual.

O primeiro exemplo é “The Sanctuary”, que começou por ser uma série online e agora passou para TV. Usam muitas vezes cenários em 3d, principalmente nos “establishing shots”.
http://www.sanctuaryforall.com/

O site oficial não tem os webisódios, neste link encontra-se o primeiro webisódio.
http://www.youtube.com/watch?v=pv8EQBGS8Gs

Outra série que usa maioritariamente cenografia virtual em 3d é “The Cell”.
Curioso que o site está feito em 2.5d, que é um dos meus principais objectos de estudo.
http://season1.thecell.tv/

Em Espanha saiu uma série apenas para mobile intitulada “Super Villanos”, que recorre à cenografia virtual em algumas cenas. Usam o 3d em alguma situações mas principalmente a sobreposição dos actores sobre fundos previamente filmados.
http://video.google.com/videoplay?docid=7355161038829323206&ei=krHNSpm0AoXU2wKtzoSXDQ&q=supervillanos+globo+media&hl=pt-PT#

O 4.º exemplo, o meu caso de estudo: Carne p'ra Canhão, que usa cenografia virtual, maioritariamente em 2.5d. Mais uma vez o link:
http://carnepracanhao.sapo.pt

Deixo também aqui um link que me parece importante. O site do fotografo Dave Hill.
A fotografia dele consiste em compor os personagens sobre cenários construídos peça a peça. O CpC funciona da mesma forma, não tão retocado a nível de imagem, mas construindo todo o cenário peça a peça, com fotografias.
http://www.davehillphoto.com/

Quais os resultados mais importantes da investigação produzida?
Até à data ainda não encontrei investigação feita em cenografia virtual.
Encontrei algumas coisas sobre chromakey, metodos de “keying” em tempo real etc...
Mas na verdade não é nesta temática que pretendo basear a minha investigação.

 




Domingo, 4 de Outubro de 2009
Projecto de Dissertação: Exercício #1

 

Porque escolhi esta temática?

No ano passado tive a oportunidade de fazer parte do projecto Carne pr'a Canhão, uma série pensada para web e mobile, que passou também na TV.

Entre as funções de co-realizador/produtor decidi também agarrar a cenografia do projecto. Os quatro intervenientes do projecto dividiram-se em quatro temáticas distintas:

O Alexandre Antunes escolheu a promoção do projecto nas redes sociais e ARG's, o Jorge Gonçalves escolheu a produção AV para telemóvel, o Victor Lemos as narrativas para web e eu escolhi os cenários virtuais. Os cenários foram construídos através de montagem de fotografias (2d) em espaço 3d. Esta técnica 2.5d já foi bastante usada em videoclips, animação, publicidade, genéricos, mas até à data (julgo eu) ainda não foi aplicado como cenografia para uma série ou filme. Este é o mote para escrever a minha dissertação sobre esta temática.

 

Qual a pergunta de partida da minha investigação?

Quais as vantagens da cenografia virtual em espaço 2.5d para projectos de baixo orçamento e/ou novos media?

Como é aceite a estética desta proposta pelo público alvo?

 

Que título daria à minha investigação? (3 hipóteses)

Cenografia Virtual em espaço 2.5d – Caso de estudo: Carne p'ra Canhão

Proposta de cenografia virtual - a sua aplicação na série para novos media Carne p'ra Canhão

Cenografia Virtual 2.5d – Aplicação na série Carne p'ra Canhão

São as 3 quase iguais eu sei....quer dizer que não vai fugir muito disto.

 

(Not) gonna do's, perhaps I'll do, don´t have clues” do meu projecto de investigação (neste momento)

Vou começar com uma abordagem história dos cenários virtuais, que datam do inicio do século passado com filmagens sobre projecções préviamente gravadas. Analisar os conceito fundamentais inerentes à cenografia virtual.

Abordar os temas técnicos utilizados na cenografia virtual contemporânea, como chromakey, iluminação, integração dos personagens no fundo etc...

Identificar diferentes tipologias de cenografia virtual:

ilustração – ex: Major Alvega

Sobreposição de filme sobre filme - ex: Star Wars

3d/ mate paintings - ex: skycaptain and the world of tomorrow (que começou por ser um projecto ultra low budget)

Mistura de técnicas (fotos, 3d, pinturas) -  ex: The Mirror Mask

Fotografia/video como fundo – ex: contra-informação

Montagem de fotografias em espaço 3d (2.5d) –  ex: Carne p'ra Canhão ;)

Não sei se serão estes os exemplos que vou abordar... são só alguns exemplos, terei de encontrar os mais paradigmáticos.

 

Para o estado da arte era também interessante conseguir uma entrevista com alguém responsável pela cenografia da Série “Sanctuary” ou “The Cell” ambas séries para novos médias filmadas maioritáriamente em cenários virtuais (3d).

Outra influência importante para este modelo “2.5d” é o trabalho do fotografo Dave Hill, que também constrói os cenários das suas fotografias peça a peça, no CpC as coisas acontecem da mesma forma, mas em espaço 3d e com movimento. Era interessante perceber como é feito o trabalho dele e estabelecer um paralelismo com o CPC.

Outra influência foi os Videojogos, por exemplo o jogo Wolfenstein 3d, considerado um dos primeiros jogos 3d é na verdade 2.5d, já que tudo é plano. Os personagens deste jogo não eram construídos por poligonos, eram animações completamente planas que estavam sempre viradas para a posição do jogador. As paredes são apenas rectângulos/texturas posicionadas em espaço 3d como o CpC. Poderia ser também um paralelismo interessante.

 

Depois vem a parte do caso de estudo CpC mais aprofundado, o grosso da dissertação, a descrição dos processos e técnicas, os obstáculos e evoluções.

 

Verificar se este método foi uma mais valia para o projecto, estimando tempos/custos de produção por episódio por exemplo. Verificar se foi também uma mais valia estética, por entrevistas a um determinado grupo de pessoas.

 

Esta resposta está meio caótica, mas já estou no limite do tempo de entrega...ainda é Domingo :)

E nesta fase é o que se pode arranjar...


 

 

 

 

 




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